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BF Brújula FX

Metodologia

Nossa metodologia: como verificamos cada corretora antes de publicar

Por Pipex · Revisado e verificado por Eitan Gorodetsky, Editorial Strategist, Lead Media · Última atualização 24 de junho de 2026

A Brújula FX cobre uma corretora apenas quando conseguimos verificar a licença no registro público do regulador que ela declara — FCA, CySEC, ASIC, CVM, CNBV ou outro. Se a licença não aparece, não publicamos a corretora. Não aceitamos pagamento por análises, não inventamos spreads nem depósitos mínimos, e marcamos qualquer dado não verificado como 'não confirmado'. A equipe editorial é a redação da Lead Media; não há pessoas fictícias com credenciais inventadas.

Quais corretoras decidimos cobrir?

O primeiro filtro é geográfico: cobrimos as corretoras que têm presença real ou fluxo de clientes na América Latina — México, Brasil, Colômbia, Argentina, Chile e Peru. 'Presença real' significa que a corretora aceita residentes de pelo menos um mercado da região, admite um método de pagamento local (Pix, SPEI, PSE, PagoEfectivo) e publica materiais em espanhol ou português.

O segundo filtro é regulatório. A corretora precisa ter pelo menos uma licença verificável em um registro público de um regulador reconhecido — a FCA do Reino Unido, a CySEC de Chipre, a ASIC australiana, a FSCA sul-africana ou outro comparável. As corretoras que só declaram uma 'licença' de um órgão cujo registro público não existe ou não é acessível são descartadas. Na América Latina, nenhum regulador local (CNBV, CVM, SFC, CMF, SMV, CNV) licencia o forex/CFD de varejo de forma geral; por isso todas as corretoras que cobrimos são entidades offshore reguladas no exterior.

O terceiro filtro é de dados mínimos. Para publicar um perfil de corretora precisamos, no mínimo, do nome exato da entidade legal que atende residentes latino-americanos, o número da licença e o regulador que a concedeu. Sem esses três dados, não publicamos — mesmo que a corretora seja popular.

Como verificamos cada licença? A política de 'nenhum dado inventado'

Cada corretora que publicamos passa por uma verificação direta no registro do regulador. Acessamos o site oficial do regulador (nunca um link de terceiros), buscamos o nome exato da entidade legal que aparece nos termos da corretora e confirmamos: que o status seja 'autorizado' ou equivalente (não vencido, não suspenso); que as atividades permitidas incluam a operação em CFDs ou câmbio; e que o número de licença declarado pela corretora coincida exatamente com o que consta no registro.

Spreads, comissões, depósitos mínimos e execução são dados que mudam com frequência e que só podem ser verificados por meio de um teste em conta real ou demo. Até que um membro da equipe editorial conclua esse teste, esses campos aparecem como 'não confirmado' no nosso perfil. Não os preenchemos com cifras genéricas do site da corretora, pois essas cifras podem ser condições de laboratório que não refletem a experiência real do trader.

Se um dado que publicamos deixar de ser verificável — porque a corretora muda de entidade, perde a licença ou atualiza seus termos — atualizamos ou retiramos o dado. A data da última revisão aparece em cada perfil e guia. Essa política não é opcional: é a única forma de cumprir o padrão E-E-A-T (Experiência, Especialização, Autoridade, Confiança) do Google e, mais importante, de não enganar o trader que confia nas nossas informações.

Quem somos: identidade da equipe editorial

A Brújula FX é uma publicação da Lead Media. Não somos uma corretora, não oferecemos sinais de trading, não gerenciamos fundos. Somos uma redação independente que pesquisa o mercado de corretoras de forex e CFD para o trader latino-americano.

O byline 'Equipe editorial da Brújula FX' é um byline organizacional honesto: reflete que os artigos são produzidos pela redação da Lead Media, não por um especialista financeiro individual com nome e credenciais verificáveis. Quando um analista externo verificável contribuir para um guia, seu nome e credenciais aparecerão junto ao byline. Por ora, usar um byline de pessoa fictícia seria desonesto — e não fazemos isso.

Somos uma publicação afiliada: se um leitor contratar uma corretora por meio de um dos nossos links, podemos receber uma comissão. Essa comissão nunca influencia nossa cobertura: o processo de seleção e verificação descrito acima se aplica independentemente de a corretora ter ou não um acordo de afiliado conosco. A divulgação de afiliado aparece em cada página.

Perguntas frequentes

A Brújula FX cobra das corretoras para aparecer nas listas?

Não. A cobertura editorial não está à venda. Uma corretora aparece nas nossas comparações porque passou o filtro regulatório e de dados mínimos, não porque paga. Podemos ter um acordo de afiliado com algumas corretoras listadas, mas esse acordo não influencia se aparecem nem como as avaliamos.

Por que alguns campos aparecem como 'não confirmado'?

Porque não conseguimos verificá-los por meio de um teste direto em conta real ou demo. Publicar um spread ou depósito mínimo copiado do site da corretora sem verificação poderia induzir o leitor ao erro. Preferimos dizer 'não confirmado' a inventar um dado.

Com que frequência vocês atualizam os perfis e guias?

Revisamos o status de licença de cada corretora ao menos uma vez por trimestre e atualizamos o perfil quando detectamos mudanças. Os guias educativos são revisados ao menos uma vez por ano ou quando algum fato relevante muda (nova lei, mudança regulatória, alerta emitido por um regulador). A data da última revisão aparece em cada página.

Fontes e leituras adicionais

A Brújula FX é uma redação independente focada em proteger o trader latino-americano de corretoras não autorizadas. Verificamos cada licença no registro público do regulador correspondente — CVM, CNV, CMF, SBS ou Condusef — e nunca aceitamos pagamento por uma análise melhor. Nosso critério principal: se você não puder verificar no registro oficial, nós não publicamos.

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